Entrando em minha página personalizada do Google me deparo com a seguinte manchete do joranal Gazeta do Sul: “Collor estréia hoje no Senado e questiona impeachment” (http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_ultimas.php&intIdUltimaNoticia=41645). Em meio ao texto surge um trecho, que se fosse lido em 1989 causaria certa estranheza:
“Integrante da base governista de Lula, Collor é só elogios ao presidente, seu adversário na disputa de 1989. “Se eu batesse no Lula, estaria contrariando parcela do meu eleitorado. Mas estou apoiando Lula porque tenho convicção de que está realizando um bom governo. Os números da economia e da área social falam por si. O presidente Lula tem apoio da parcela mais sofrida da população e tem também o apoio e respeito das elites, apoio este que eu não tive durante meu governo.””
Os mais fervorosos defensores tentariam me explicar o acontecido como sendo uma manobra necessária para garantir a governabilidade, como se essa fosse a única forma de realmente garanti-la. Fato é que dá pra ficar louco, com a massa cinzenta misturada na cabeça como se fosse uma boa vitamina de abacates ao tentar entender os processos políticos...
Claro que hoje não é mais 1989! Os tempos mudam os homens mudam e seus ideais são diluídos em concentrações inferiores a 0,00001%. Lula, o ex-esquerdista, conta agora com o apoio de Fernando Collor que não tem nada de “ex”. ]
Tudo bem, não vou tentar entender mais nada, desisto! Prefiro acreditar naquilo que dizem os fervorosos, aqueles que antes vestiam suas camisas com a estampa de Che: No atual contexto loucos mesmo são Hugo Chávez e Heloisa Elena.
Este espaço virtual contém alguns de meus pensamentos difusos, vagos -virtuais. A confusão é fruto da complexidade inerente à própria vida! Sem lógica pra ser, mas existindo coesa e logicamente no espaço finito. Um pouco de tudo, quse nada. Poesias e outras coisas mais --100% desenvolvido por software livre!--- Poesias arte
15 March 2007
05 March 2007
Àtoa
14 February 2007
Carta 01
Com a teimosia dos ventos ao seu lado caminha para a distante terra.
A brisa sopra também seus pensamentos, mas não acalma.
O sol agora alto, companheiro, insiste em aquecer teus giros
Que quase em pane param enquanto, passo a passo, segues.
Não trouxe sossego à alma aquele alento, tampouco o beijo, o abraço.
Achou que te acompanharia em pensamento,
que embora longínquo ficasse lhe aqueceria o peito.
Mas foi intensa combustão em substrato escasso.
Esqueça desse sol nefasto, desta torpe brisa,
daquelas curvas, daquele cheiro...
Do tropeço, do calo, da ferida.
Daquilo que lhe acaba a vida!
A brisa sopra também seus pensamentos, mas não acalma.
O sol agora alto, companheiro, insiste em aquecer teus giros
Que quase em pane param enquanto, passo a passo, segues.
Não trouxe sossego à alma aquele alento, tampouco o beijo, o abraço.
Achou que te acompanharia em pensamento,
que embora longínquo ficasse lhe aqueceria o peito.
Mas foi intensa combustão em substrato escasso.
Esqueça desse sol nefasto, desta torpe brisa,
daquelas curvas, daquele cheiro...
Do tropeço, do calo, da ferida.
Daquilo que lhe acaba a vida!
Carta ao amigo que agora parte
28 January 2007
Primeira publicação
Fico aqui pensando no que levaria uma pessoa em sã consciência a querer, em meio a tantas outras atribulações, escrever um “Blog” -não sei se devo ou não manter as áspas! Este pensamento é mais fortemente abastecido de dúvidas quando se lê a indagação de Ivan: “a Net é 95% feita por tolos para 98% de bobalhões”! (Veja em:www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/ story/2007/01/070103_ivan_lessa_crg.shtml) Então, porque estou aqui, tolo, escrevendo? Não sei se realmente quero que um dos 98% dos bobalhões ou um dos ínfimos 2% não bobalhões, leiam as coisas que, vez ou outra vou publicar aqui! Na verdade acho que esse espaço funcionará como um depósito de minhas indagações, algo como um psicólogo virtual, e de minhas idéias. É a maravilha da tecnologia contribuindo, enquanto durarem os bites, com a perpetuação de pseudo-produção intelectualóide para “intelectuístas”. Mas pode ser também algo como a virtualização daqueles velhos e bons papos de butecos onde se discute com profunda seriedade da conjuntura política mundial à possibilidade de alçarmos vôo em direção a conquistas de novos planetas.
Latrinogênese
Etmologia: latrina (vaso sanitário)+ gênese (origem, criação); Faz menção ao berço e a qualidade da produção depositária neste espaço virtual.
Abraços a todos!
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há um longuíssimo tempo entre uma faísca de pensamento e o momento do qual, agora, relembro Salve Jão.
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